LEISHMANIOSE VISCERAL (LV)
MEDIDAS DE CONTROLE
• Dirigidas aos casos humanos - Organização de serviços de saúde para atendimento precoce dos pacientes, visando diagnóstico, tratamento adequado e acompanhamento.
• Dirigidas ao controle do vetor - O controle químico imediato está indicado para as áreas com registro do 1º caso autóctone de LV e em áreas de surto. Já nas áreas de transmissão moderada e intensa, o controle químico deverá ser programado, ou seja, para o momento em que se verifica o aumento da densidade vetorial. Nas áreas de transmissão esporádica, o controle químico não está indicado.
• Dirigidas ao controle de reservatório canino - Eutanásia canina é recomen-dada a todos os animais sororreagentes, ou seja, títulos a partir de 1:40 e/ou com exame parasitológico positivo.
• Dirigidas às atividades de educação em saúde - Essas atividades devem estar inseridas em todos os serviços e ações de controle da LV e requerem envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multi-institucionais.
• Recomendações - As recomendações para as atividades de vigilância e controle da LV são específicas a cada uma das áreas de transmissão. Consultar o Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral, disponível em http://www.saude.gov.br/svs.
• Dirigidas às atividades de educação em saúde - Essas atividades devem estar inseridas em todos os serviços e ações de controle da LV e requerem envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multi-institucionais.
• Recomendações - As recomendações para as atividades de vigilância e controle da LV são específicas a cada uma das áreas de transmissão. Consultar o Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral, disponível em http://www.saude.gov.br/svs.







